
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Compartilhar não custa nada...
(em breve colocarei a seção de links do E.C.H.O.E.S.B.R.A.S.I.L)
Gostei da seleção... extendo a quem possa interessar.

01 - Cloud Nine - Wilson das Neves
02 - Tamborim Cuíca Ganzá e Berimbau - Azymuth
03 - Fumacê - Golden Boys
04 - Antes Que a Cidade Durma - Vanderleia
05 - Tudo Jóia - Orlandivo
06 - Mambito de Arake - Wilson Das Neves
07 - Bolinha De Sabão - Orlandivo
08 - Juventude 2000 - Wilson Das Neves
09 - Sidarta - Johnny Alf
10 - Coqueiro Verde - Trio Mocotó
11 - Vatapá - Anjos Do Inferno
12 - Ser Que Eu Vou Virar Bolor - Arnaldo Baptista
13 - Na Na Hey Hey Kiss Me Goodbye - Wilson Das Neves
14 - Onde Anda Meu Amor - Trio Mocotó
15 - Bebete Vão Bora - Wilson Das Neves
16 - Zé Do Contra - Isaura Garcia
17 - Gueri-Gueri - Orlandivo
18 - Pisei Num Despacho - Jackson do Pandeiro
19 - Nega Maluca - Linda Batista
20 - Rock Around The Clock - Wilson Das Neves
21 - Cê Tá Pensando Que Eu Sou Loki - Arnaldo Baptista
22 - Espelhos Dagua - Preta Gil23 - Pastorinhas - Sylvio Caldas
Blogs III
Dica enviada pelos amigos Pernaca e Káfé... Vale muito a pena dar uma olhada.
Site com vários trabalhos artísticos em desenho, grafite, animação...
quarta-feira, 30 de julho de 2008
E o jaba venceu. ..
terça-feira, 29 de julho de 2008
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Esse cara é mestre...
terça-feira, 22 de julho de 2008
Amaral Gurgel e a desgraça da droga
Diariamente, ao voltar do trabalho acabo sendo obrigado a utilizar a rua Amaral Gurgel no centro de São Paulo. Para quem não sabe esta via é aquela imediatamente abaixo do Elevado Costa e Silva, vulgo Minhocão, aberração esta criada pela besta maior, o ex-prefeito, ex-governador e ex-candidato da Arena, Sr. Paulo Salim Maluf. Entretanto, não quero aqui ficar falando desta pessoa, afinal ele nem merece nada mais que poucas linhas.Quando se passa nesta avenida, o cenário visto não poderia ser mais desolador. São grupos, talvez famílias, que simplesmente moram embaixo deste viaduto, são pessoas que simplesmente são despejadas ao relento após terem "alta" da Santa Casa de São Paulo (e que não tem para onde ir) e - principalmente - são usuários de drogas, leia-se Crack. E são muitos. Para colaborar com este cenários horroroso, traficantes de drogas, prostitutas, travestis e batedores de carteira fazem o que querem em plena luz do dia. Até a a "namoradinha" do Ronaldo Fenômeno é facilmente vista por lá.
Bob Marley no Brasil
TV Globo, 22/03/1980 - Participações de Milton Nascimento, Simone e Tetê Espíndola...
domingo, 20 de julho de 2008
sexta-feira, 18 de julho de 2008
História de Serra Pelada
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Lembrança difícil de esquecer...

quarta-feira, 16 de julho de 2008
Te conheço de algum lugar...
** Maurício Hernández Norambuena: preso em 2002, é responsável pelo sequestro do publicitário Washington Olivetto. Agurda extradição da justiça brasileira para o Chile.
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Blogs II
Lei de Gérson
O País passou por várias crises de identidade neste século. A pergunta "quem somos nós?" esteve em vários momentos permeando a produção da intelectualidade nacional. Macunaíma, o herói sem nenhum caráter criado por Mário de Andrade, surge exatamente da necessidade de uma nova definição do que era ser brasileiro, tema pulsante na década de 20 (veja mais sobre Macunaíma neste blog), quando os imigrantes contribuíam para um novo perfil de nação. A convicção era de que a mão-de-obra importada era muito melhor que a nacional. Alguns estudiosos defendiam que dos escravos havíamos herdado o horror ao trabalho e dos índios um talento especial para a preguiça. É desse cenário que surge a compreensão da força da malandragem, uma espécie de contraponto ao exército de trabalhadores dedicados e produtivos, que primeiro a agricultura e depois a indústria tanto necessitaram para competir no mercado internacional. Os malandros passaram a fazer parte do imaginário de um país de alma escravista como uma espécie de resistência ao modelo europeu cheio de regras. Era astuto, esperto e vivia de "expediente", como se dizia na época, e, mais do que tudo, sabia dar um "jeitinho" em tudo. Ganhava dinheiro fora das formas oficiais, jogando bilhar, apostando em cavalos e, em alguns casos, sobrevivendo na gigolagem. Com o passar dos anos, o malandro despencou cada vez mais para a contravenção, mas o folclore do jeitinho já havia marcado definitivamente o caráter nacional. Sua expressão mais agressiva vai desembocar na década de 70, tendo como marco o comercial do cigarro Vila Rica. Era um momento em que se pensava o nacionalismo em parâmetros bem diferentes dos anos 20. Havia um orgulho verde-amarelo e uma megalomania alimentada pela ditadura. Nesse contexto, um herói nacional como o tricampeão Gerson solta sua frase mais famosa. "Você gosta de levar vantagem em tudo, certo?" A propaganda não teve uma interpretação pejorativa na época, mas depois virou lei. "Para o período era um jargão superdifundido. A propaganda captou um elemento de identificação que estava no imaginário popular", acredita Maria Izilda Matos, historiadora e pesquisadora da boemia. "A lei de Gerson funcionou como mais um elemento na definição da identidade nacional e o símbolo mais explícito da nossa ética ou falta de ética", completa a historiadora. Mais tarde, o jogador anunciou o arrependimento de ter associado sua imagem ao reclame, visto que qualquer comportamento pouco ético foi sendo aliado ao seu nome nas expressões Síndrome de Gérson ou Lei de Gérson. (Revista ISTOÉ - Nº 1578 – 29 de dezembro de 1999) sexta-feira, 11 de julho de 2008
Biscoito de Lama
Recentemente, tive a tarefa de desenvolver um trabalho a respeito dos sindicatos no Haiti. Tarefa dura, afinal poucos são os sindicatos que tem voz num país de 80% de desempregados. Entretanto, logo de início, fiquei tocado com a situação calamitosa que encontra-se essa ilha do Caribe. Além do desemprego, o Haiti encontra-se hoje mergulhado na miséria, na fome, na violência sem controle, nos desastres ambientais, na ganância das grandes potências, das multinacionais que sugam toda a riqueza e a moral de um país que, séculos atrás, foi a colônia mais rica da América.
Blogs I
http://fotolog.terra.com.br/tudodeonibus:A200710
Parabéns ao "busólogo" Rafinha pela iniciativa e pelo rico acervo de fotos.

Foto: Marcos Robles.
CMTC Thamco Fofão Scania K-112
Andar nesse ônibus aí era um grande sonho meu quando criança. O ônibus vermelho de dois andares, inspirado nos ônibus que circulam em Londres foi introduzido pelo então prefeito de São Paulo, Jânio Quadros.
Nem me lembro mais de quantas vezes eu pedi aos meus pais para me levar para andar, mas me lembro quantas vezes fui atendido... nenhuma!
terça-feira, 8 de julho de 2008
Minha Cidade I
Localização: Av. do Estado x Rua Mercúrio, em frente ao mercado Municipal
Idade: 45 anos
Foto: JA Garcez Novembro 2005 http://www.pbase.com/capercaillie/image/54971675
Trips V
Foto: Guilherme Gonçalves - Julho 1998
ENGENHO VELHO
Engenho velho e triste, inválido troféu,
Com paredões de pedra e travas colossais
- Mastodonte de taipa, a dormir sob o céu,
Relembrando o Brasil dos tempos coloniais!...
Essa mole rural de peroba e cabreúva,
Erguida pelas mãos dos pobres africanos,
De cumieira selada aos embates da chuva
- Resiste bravamente ao peso dos cem anos!...
No seu bojo em silêncio, entram résteas de sol
E onde a velha fornalha irradiava clarões,
O mato rompe hostil, se arrasta o caracol
E a força da enxurrada escavou socavões.
A tosca chaminé, hirta no velho aprumo,
Caducando, senil, no maior dos sossegos,
Em vez de se enfeitar com penachos de fumo,
Guarda teias de aranha e nuvens de morcegos.
No tendal alagado, entre cochos vazios,
Onde outrora se ouvia o cantar dos "banqueiros",
Na calada da noite, em recantos sombrios,
Coacham com tristeza os sapos carpinteiros...
E esse engenho que vem dos idos tempos bravos,
Imerso, como está, nesse extremo torpor
Foi a angústia sem fim do mundo dos escravos
E a grandeza fugaz do ríspido senhor...
Na barroca perdido, ao sabor da erosão
A se diluir nos tons da mata que o encerra,
Ninguém mais pensará que esse torvo aleijão
Foi um dia na vida - o poder de uma terra.
Engenho, o teu viver na existência passada
Ainda ecoa em clamor de antigos sofrimentos
Na noite tropical, quando canta a nortada
Na velha escuridão dos teus travejamentos!
No teu poente sem luz, só te resta e alumia
Como em tempo distante, o mesmo azul do céu
- És a tumba de taipa a guardar com poesia
O despojo brutal de um mundo que morreu!...
João Campos Filho - Zico Láu - 1941
Foto: Guilherme Gonçalves - Julho 1998
Foto: Guilherme Gonçalves - Julho 1998
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Contra-Baixo, o início
Ontem ao voltar da praia tive uma surpresa. Finalmente ele havia sido entregue. A minha mais nova aquisição... um contra-baixo! Ok, num é assim o melhor baixo do mercado, mas como diz o ditado popular: "para treinar qualquer bola serve!" Foram anos e anos tentando aprender, honestamente sem muito sucesso, a tocar violão. Gosto de música e muito. Principalmente as bem tocadas, mas escuto todas, gostos e preferências cada um tem as suas, e não venho aqui divagar sobre este assunto.



